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CURSOS DE GRADUAÇÃO - ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
 
 

Portaria de Reconhecimento: SESU n. 32 de 22/06/2006
(publicada no Diário Oficial da União em 24/06/2006)


Conceitos obtidos através do Reconhecimento:
- Organização Didático-Pedagógica: “Muito Bom” (A)
- Infra-Estrutura Escolar: “Muito Bom” (A)
- Corpo Docente: “Bom” (B)

Período: Noturno
Nº de Vagas: 80 vagas
Número máximo de alunos por turma:
- aulas teóricas: 80 alunos
- aulas práticas: 40 alunos

Período: Noturno
Nº de Vagas: 80 vagas
Número máximo de alunos por turma:
- aulas teóricas: 80 alunos
- aulas práticas: 40 alunos

Coordenador do Curso:
Prof. Dr. José Tarcísio Franco de Camargo
Engenheiro Eletricista (UNICAMP – 1989)
Mestre em Engenharia Elétrica (UNICAMP – 1992)
Doutor em Engenharia Elétrica (UNICAMP – 1995)

Corpo Docente:
Álvaro Antunes Bezerra (Graduado)
Benedito de Freitas Bueno (Mestre)
Benito Tomás Giordani (Mestre)
Clodoaldo Aparecido de Moraes Lima (Doutor)
Dioraci Garcia Pinatti (Mestre)
Émerson de Oliveira Batista (Mestre)
Fernando Henrique de Faria (Especialista)
Heitor Cavagnoli Corsi (Especialista)
Jasiel Pereira Pinto (Graduado)
José Carlos Félix Junior (Graduado)
José Renato Borelli (Mestre)
José Tarcísio Franco de Camargo (Doutor)
Manoel Peluso de Carvalho Filho (Mestre)
Marliete Pereira de Lima (Especialista)
Maristela Reis Delalibella Piccinini (Mestre)
Maurício Salvetti Oliveira (Mestre)
Mauro José Evangelista (Mestre)
Monica Luri Giboshi (Doutora)
Patrícia Aparecida Zibordi Aceti (Mestre)

Cada vez mais a informática está presente em nossas rotinas diárias. Desde brinquedos e eletrodomésticos, passando por sistemas bancários até os complexos sistemas das grandes corporações industriais podemos encontrar um ou vários computadores controlando as mais diversas tarefas. E o futuro nos reserva muito mais... Assim, para acompanhar a realidade atual e se preparar para o futuro, a UNIPINHAL oferece agora o Curso de Engenharia de Computação, onde será formado um profissional apto a desenvolver novas tecnologias na área de informática e computação, contribuindo para o crescimento tecnológico no país.

Objetivos:
O curso de Engenharia de Computação tem como objetivo fundamental formar profissionais na área de Computação e Informática capazes de contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, com o conhecimento técnico que proporcione a habilidade de analisar, planejar, projetar, executar, supervisionar e gerenciar sistemas computacionais nos aspectos de hardware e software. De forma geral, o Curso pretende:

  • Formar profissionais capazes de desenvolver novas tecnologias e promover o avanço científico em computação e informática, tanto do ponto de vista acadêmico quanto prático.
  • Proporcionar ao aluno um contato direto com o mundo real, através de trabalhos de estágio e iniciação científica, incentivando o aluno na participação e publicações de trabalhos que estejam sendo realizados, sempre com a orientação de um docente do curso.
  • Orientar o aluno quanto ao desenvolvimento de seu perfil profissional, permitindo que o mesmo possa vir a se identificar como empreendedor, pesquisador, docente, etc.
  • Contribuir para a formação humana do aluno, através da consolidação da ética como fator fundamental para o desenvolvimento do profissional-pessoa.

Aptidões Esperadas do Egresso:
O conjunto de aptidões esperadas dos egressos do curso de Engenharia de Computação é o seguinte:

  • Capacidade de utilizar a matemática, a ciência da computação e conhecimentos de física e tecnologias modernas no apoio à construção de produtos ou serviços seguros, confiáveis e de relevância à sociedade.
  • Capacidade de projetar, construir, testar e manter software no apoio à construção ou incorporação a produtos ou serviços, principalmente nos produtos e serviços que requeiram a interação com o ambiente e ou dispositivos físicos, além do próprio sistema computacional utilizado para o processamento de informações.
  • Capacidade de tirar proveito das tecnologias já estabelecidas, e de desenvolver novas técnicas, no sentido de gerar produtos e serviços como mencionados nos itens anteriores.
  • Capacidade de entender e interagir com o ambiente em que os produtos e serviços, por ele projetados ou construídos, irão operar.
  • Conhecimento da ciência da computação e de métodos necessários para aplicá-la.
  • Conhecimento suficiente de outras áreas (física, eletricidade, administração, etc.), além da computação, que lhe permita assumir a responsabilidade completa de produtos e serviços até um determinado nível de especificidade.
  • Facilidade de interagir e de se comunicar com profissionais da área de computação e profissionais de outras áreas no desenvolvimento de projetos em equipe.
  • Facilidade de interagir e de se comunicar com clientes, fornecedores e com o público em geral.
  • Capacidade de supervisionar, coordenar, orientar, planejar, especificar, projetar e implementar ações pertinentes à engenharia de computação e analisar os resultados.
  • Capacidade de realizar estudos de viabilidade técnico-econômica e orçamentos de ações pertinentes à engenharia de computação.
  • Disposição e postura de permanente busca da atualização profissional.
  • Disposição em aceitar a responsabilidade pela correção, precisão, confiabilidade, qualidade e segurança de seus projetos e implementações.
  • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional e avaliar o impacto de suas atividades no contexto social e ambiental. 

 

Problemas que os egressos estarão capacitados a resolver:
As classes de problemas que os egressos estarão capacitados a resolver incluem efetivamente os problemas multidisciplinares. No caso, além de alguns problemas típicos tratados por um bacharel em computação, os egressos estarão capacitados também a resolver problemas complexos que permeiam entre as áreas de computação e engenharia.  De uma forma geral estes problemas relacionam-se com:

  • Problemas de projeto e configuração de sistemas computacionais em que sejam exigidas as seguintes capacidades: determinar quais funções devem ser implementadas em hardware e quais devem ser implementadas em software, selecionando os seus componentes básicos de hardware e de software.
  • Problemas que requeiram o desenvolvimento de software suficientemente complexo para exigir a aplicação de conhecimentos instrumentais às áreas de automação e controle, engenharia de software, redes e telecomunicações.
  • Problemas que exijam conhecimentos de programação e de sistemas computacionais e, eventualmente, conhecimentos matemáticos e físicos em profundidade compatível a um curso de engenharia.
  • Problemas que exijam clara compreensão das diferentes atividades envolvidas no desenvolvimento de um software.
  • Problemas que exijam a familiaridade com as tecnologias de automação e controle, de ferramentas de projeto e o discernimento de como, quando e quanto utilizar tais ferramentas.
  • Problemas que exijam a familiaridade com ferramentas de análise e projeto de software e o discernimento de como, quando e quanto utilizar tais ferramentas.
  • Problemas que exijam a familiaridade com as tecnologias de redes e de sistemas de telecomunicações, ferramentas de projeto e o discernimento de como, quando e quanto utilizar tais tecnologias.
  • Problemas que requeiram o uso de técnicas formais no desenvolvimento de software, de sistemas de automação, e de redes e sistemas de telecomunicações.
  • Problemas de complexidade que exijam a gerência do desenvolvimento do software e de sistemas, com aplicação de modelos de qualidade.
  • Problemas complexos de integração de sistemas de redes e telecomunicações que exijam a utilização de técnicas e métodos multidisciplinares em computação e engenharia.
  • Problemas que envolvam o desenvolvimento criativo e projeto de novas aplicações, produtos, serviços e sistemas nas vertentes propostas.
  • Problemas de análise de desempenho de projetos e sistemas, propostos ou implementados, seja através de modelos analíticos, de simulação ou de experimentação.
  • Problemas de análise e determinação dos requisitos que um projeto ou sistema deve atender, documentando estes requisitos de forma clara, concisa, precisa, organizada e fácil de ser usada.
  • Problemas de projeto e estruturação do software para uma determinada plataforma, de forma a atender os requisitos do sistema, documentando as decisões tomadas.
  • Problemas que impliquem na decisão sobre a estrutura e arquitetura do software, uso de padrões de projeto, frameworks, e componentes.
  • Problemas que impliquem no tratamento da concorrência, paralelismo, controle e manuseio de eventos, distribuição, manuseio de exceções e erros, sistemas interativos e persistência.
  • Problemas de concepção do software para funcionar conforme projetado, através da combinação da codificação, validação e teste das unidades.
  • Problemas de teste do comportamento dinâmico do software, contra o comportamento esperado especificado, para um conjunto finito de casos de testes (selecionados criteriosamente do domínio de execuções, normalmente infinito).
  • Problemas que requeiram conhecimentos e habilidades para: gerenciar configurações de software; desenvolver e praticar diferentes processos de engenharia de software; desenvolver e utilizar métodos e ferramentas de engenharia de software; utilização de técnicas de controle de qualidade de software; desenvolver métodos e técnicas de automação e controle.

Funções que os egressos poderão exercer no mercado de trabalho:
No progresso de sua carreira profissional, agregando experiência prática e aperfeiçoamentos realizados, os egressos deverão estar capacitados a assumir funções em diferentes níveis dentro das organizações, seja de execução, gerenciamento ou de direção, para as quais seguem algumas atividades e responsabilidades técnicas inerentes à função (diretor, administrador, gerente, projetista, coordenador, engenheiro, pesquisador, professor, dentre outras):

  • Desenvolvimento de sistemas de software;
  • Planejamento de capacidade e projeto de redes e/ou sistemas de telecomunicações;
  • Pesquisa e desenvolvimento de novas aplicações, produtos e serviços em redes e/ou telecomunicações;
  • Projeto, desenvolvimento e implantação de sistemas integrados de redes e/ou telecomunicações (sistemas convergentes);
  • Manutenção de software;
  • Reengenharia de software;
  • Gerenciamento de configuração e engenharia de software;
  • Gerência, operação e manutenção de sistemas de redes e/ou telecomunicações; 
  • Desenvolvimento de métodos e ferramentas da engenharia de software; 
  • Desenvolvimento e gerenciamento de banco de dados; 
  • Planejamento e controle de qualidade de software; 
  • Desenvolvimento e manutenção de métodos e técnicas de automação e controle; 
  • Especificação e projeto de integração de sistemas automatizados; 
  • Especificação, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação; 
  • Ensino e pesquisa.

 

Capacidade de adaptação do egresso à evolução da Computação e de suas tecnologias:
A estrutura curricular do curso inclui disciplinas básicas e tecnológicas clássicas, abordadas de maneira a desenvolver nos alunos os conceitos essenciais da Computação de maneira sólida e propiciar-lhes facilidades para o acompanhamento futuro da evolução da Computação, seja através de auto-estudo ou através de cursos de pós-graduação ou de aperfeiçoamento. Deve-se ressaltar o caráter essencialmente formativo, em contraposição ao informativo, adotado no curso. As atividades práticas e as aulas demonstrativas devem reforçar o aprendizado e solidificar o conhecimento necessário para a evolução do egresso.

Exercício Profissional:
A profissão de Engenheiro de Computação foi regulamentada pela Resolução número 380, de 17 de dezembro de 1993, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA), e publicada no Diário Oficial da União de 5 de janeiro de 1994.

Integralização:
Para graduar-se o aluno deverá perfazer o total de 3.690 horas, sendo 3.330 horas presenciais e 360 horas de estágio supervisionado. O Curso poderá ser integralizado em 10 semestres para cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 20 semestres.

Grade Curricular:

 

Implantação da Resolução CNE nº 2 de 18/06/2007 e Resolução CNE nº 3 de 02/07/2007
Implantação da Lei nº 10.436 de 24/04/2002 e Decreto nº 5.626 de 22/12/2005

NÍVEL

DISCIPLINAS

CARGA HORÁRIA

 

 

50’

60’

1

Algoritmos e Lógica para Programação

80

---

1

Circuitos Elétricos

80

---

1

Comunicação e Expressão

40

---

1

Geometria Analítica e Álgebra Linear

80

---

1

Organização e Métodos Empresariais

80

---

1

Tecnologia e Sociedade

40

---

 

SUB-TOTAL

400

333

2

Cálculo I

80

---

2

Inglês Instrumental

40

---

2

Metodologia Científica e Tecnológica

40

---

2

Programação de Computadores I

80

---

2

Sistemas Digitais

80

---

2

Tecnologia dos Materiais

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

3

Cálculo II

80

---

3

Eletrônica Geral

80

---

3

Física Geral e Experimental I

80

---

3

Organização e Arquitetura de Computadores

80

---

3

Programação de Computadores II

80

---

 

 

 

 

 

SUB-TOTAL

400

333

4

Cálculo III

80

---

4

Estruturas de Dados

80

---

4

Física Geral e Experimental II

80

---

4

Microprocessadores e Microcontroladores

80

---

4

Paradigmas de Linguagens de Programação

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

5

Aspectos Teóricos da Computação

80

---

5

Bancos de Dados

80

---

5

Matemática Aplicada

80

---

5

Probabilidade e Estatística

80

---

5

Redes de Computação e Comunicação

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

6

Cálculo Numérico

80

---

6

Compiladores

80

---

6

Desenho Técnico

80

---

6

Engenharia de Software

80

---

6

Química Aplicada

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

7

Computação Gráfica e processamento Digital de Imagens

80

---

7

Empreendedorismo

40

---

7

Fundamentos da Economia

40

---

7

Interface Homem-Máquina

80

---

7

Multimídia

80

---

7

Programação Paralela

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

 

Estágio Supervisionado I

---

90

 

NÍVEL

DISCIPLINAS

CARGA HORÁRIA

 

 

50’

60’

8

Ciências do Ambiente

40

---

8

Direito e Cidadania

40

---

8

Inteligência Artificial

80

---

8

Modelagem e Controle de Sistemas Dinâmicos

80

---

8

Sistemas Distribuídos

80

---

8

Sistemas Operacionais

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

 

Estágio Supervisionado II

---

90

9

Automação de Processos Industriais

80

---

9

Comunicações Digitais

80

---

9

Processamento Digital de Sinais

80

---

9

Sistemas em Tempo Real

80

---

9

Tópicos Especiais em Engenharia de Computação I

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

 

Estágio Supervisionado III

---

90

10

Controle Estatístico de Qualidade

80

---

10

Fundamentos da Robótica

80

---

10

Planejamento, Análise e Controle de Sistemas de Produção

80

---

10

Pesquisa Operacional

80

---

10

Tópicos Especiais em Engenharia de Computação II

80

---

 

SUB-TOTAL

400

333

 

Estágio Supervisionado IV

---

90

 

TOTAL GERAL DA GRADE CURRICULAR

3690

 

 

DISCIPLINA OPTATIVA

CARGA HORÁRIA

 

50’

60’

Ensino da Língua de Sinais

40

33

Infra-Estrutura do Curso:
Para formar o Engenheiro de Computação, a UNIPINHAL conta com uma excelente infra-estrutura física que dispõe, entre vários ambientes, de:

  • Salas de aula amplas e confortáveis;
  • Laboratórios de informática, com equipamentos de última geração, todos interligados em rede e conectados à Internet;
  • Laboratório de Mecatrônica, dotado de máquinas e dispositivos de controle de última geração para o desenvolvimento de atividades de controle e automação de processos;
  • Laboratório de Eletrônica e Sistemas Digitais, dotado de equipamentos de ponta para o desenvolvimento de atividades de “hardware”;
  • Laboratório de Física e Eletricidade, dotado de equipamentos para a investigação de diversos fenômenos de natureza física.
  • Empresa-Júnior, cujo objetivo é servir de “vitrine” para apresentar o potencial de nossos alunos ao mercado e, também, para que os alunos possam vivenciar o cotidiano de uma empresa;
  • Uma ampla, confortável e bem estruturada Biblioteca, onde os alunos podem encontrar as mais diversas referências bibliográficas para o desenvolvimento de seu curso (inclusive com acesso à Internet) além de um ambiente plenamente favorável ao estudo no interior da própria biblioteca.

 

Convênios:
Para consolidar a integração do aluno com o ambiente empresarial a UNIPINHAL possui convênios com várias empresas privadas, órgãos públicos e instituições como o CIEE – Centro de Integração Empresa Escola – onde, através do “Estágio Supervisionado”, o aluno do Curso de Engenharia Mecatrônica pode vivenciar o cotidiano de uma empresa e apresentar ao mercado todo o seu potencial como profissional na área de controle e automação.
Destaca-se também o convênio “Academic Alliance” celebrado entre a UNIPINHAL e a Microsoft, o qual permite que os alunos deste curso tenham acesso gratuito a um grande número de produtos da Microsoft. De forma semelhante, também merece destaque o convênio celebrado entre a UNIPINHAL e a IBM, o qual disponibiliza a alunos e professores deste curso vários aplicativos desta empresa (sem custo algum) além possibilidade de uso de computadores (mainframes) da própria IBM.

 

atualizado em agosto de 2009

 

 
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