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Encontrar soluções para tirar maior proveito
da terra, aumentando a produção e diminuindo
custos, sempre comprometida com a preservação
e conservação dos recursos naturais. Eis
a missão do engenheiro agrônomo, que planeja
e executa serviços ligados ao plantio, adubação,
colheita, armazenamento e comercialização.
O trabalho também se estende para a agropecuária,
ficando o profissional responsável pela criação,
profilaxia e reprodução dos rebanhos.
O agrobusiness trouxe o agrônomo para a cidade,
onde ele desenvolve atividades relacionadas à
produção, industrialização
e comercialização de produtos. A agroecologia
é outra área que vem conquistando seu
espaço.
A Lei nº 5.194, de 24/12/1966 regulamenta o exercício
da profissão.
O Curso
O curso de Engenharia Agronômica
do UniPinhal, com 34 anos de existência, tem tradição
e aproximadamente 5000 ex-alunos que se encontram espalhados
por todo o Brasil e até mesmo no exterior. Muitos
deles ocupam posição de destaque no cenário
agrícola nacional, tanto em instituições
governamentais quanto na iniciativa privada. Atualmente
o Curso foi reformulado, dentro dos padrões sugeridos
pelo MEC. Com isso pode oferecer um ensino de qualidade,
com o que há de mais moderno na área agrícola.
Perfil do Profissional
Sólida formação
científica, tecnológica e social, condizente
com a concepção histórica da profissão
e que atende as exigências e avanços do
mercado de trabalho em qualquer local do território
brasileiro, que torne eficaz e eficiente a transformação
dos recursos naturais em bens, melhorando a qualidade
de vida e conservando o meio ambiente.
O graduando deste curso está sendo preparado
para enfrentar o mundo profissional revelando sólida
formação básica, científica
e tecnológica relacionada aos sistemas agropecuário
e agroindustrial; capacidade de adaptar-se a funções
diversas na área e ter consciência de que
a formação requer atualização
continuada; capacidade de tomar decisões técnicas
e administrativas em empresas, cooperativas, associações
e outras formas de organização econômica
e social; compreensão dos processos agro-ecológico,
agropecuário e agroindustrial para diagnosticar
problemas e propor soluções dentro da
realidade sócio-econômica; capacidade de
análise critica e visão holística
do processo de desenvolvimento em base sustentável;
compreensão da realidade histórica, política
e social, sendo capaz de atuar como agente de modificação;
habilidade de compreender e traduzir as necessidades
de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com
relação aos problemas tecnológicos,
sócioeconômicos, gerenciais e organizativos;
capacidade de valorizar e respeitar o meio-ambiente;
espírito empreendedor, senso ético e capacidade
para trabalhar em equipe.
Infra-Estrutura
No Campus Principal, de 50 mil metros quadrados, o curso
dispõe de estufas e laboratórios, entre
os quais os de fertilidade do solo, adubos e corretivos,
física de solos, análise foliar, entomologia,
fitopatologia, nematologia, biotecnologia, casa da vegetação
e instalações de hidroponia.
No Campus I, com 24, 2 hectares, está localizada
a Área de Pesquisa I, horta, estufas e viveiros,
posto agrometeorológico, equipamentos de topografia,
laboratórios de hidráulica, de tecnologia
de alimentos e de nutrição animal, aquacultura
e instalações de avicultura, cunicultura,
apicultura, suinucultura e piscicultura e cultivo do
cogumelo Shiitake.
No Campus II, que é com uma fazenda experimental
de 65,3 hectares, conta com salas de aula e espaços
para pesquisa, área de prática de extensão
rural, campo agrostológico e instalações
de bovino de corte, bovino de leite, caprinocultura
e ovinocultura.
Exercício
Profissional
A Lei nº 5.194 de 24/12/1966
regulamenta o exercício da profissão.
Currículo
A estrutura curricular do curso de Engenharia Agronômica
está baseada no Currículo Mínimo,
mas apresenta propostas inovadoras contidas nas Diretrizes
Curriculares dos Cursos de Ciências Agrárias.
A aprendizagem do aluno é realizada com aulas
expositivas, aulas práticas e com trabalhos teóricos
e práticos. O curso conta com programas de estágios
e monitorias, oferecidos dentro da própria instituição,
com os quais os alunos podem complementar sua formação
profissional. Para a conclusão do curso é
obrigatório o estágio profissionalizante,
que pode ser realizado na própria instituição
ou em outras instituições credenciadas
pelo UNIPINHAL.
As disciplinas específicas são: Solos
e Nutrição de Plantas; Meteorologia e
Climatologia; Máquinas e Mecanização
Agrícola; Topografia; Fitossanidade; Agricultura;
Fruticultura e Olericultura; Silvicultura; Irrigação
e Drenagem; Construções Rurais; Zootecnia
de Ruminantes e de não Ruminantes; Informática
Agrícola; Administração Rural;
Comunicação e Extensão Rural; Gestão
e Marketing.
Pesquisa
Credenciado pelo Ministério da Agricultura, por
meio da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária,
para, na qualidade de entidade de pesquisa, elaborar
ensaios experimentais de praticibilidade e eficácia
agronômica de produtos fitossanitários,
de conformidade com a Portaria nº 190, publicada
no DOU. de 17/10/2005 - Publicada no diário Oficial
da União nº 202, sessão 1 de 20/10/2005,
página nº 10.
Laboratórios
- Área de Fitossanidade: Entomologia;
Criação de Insetos; Patologia de Insetos;
Fitopatologia e Sementes; Tecnologia de Aplicação
de produtos fitosanitários; Manejo de plantas
invasoras
- Área de Química e Solos:
Fertilidade do Solo; Adubos e Corretivos; Propriedades
Físicas do Solo; Nutrição Mineral
de Plantas; Tecnologia de Alimentos; Química
Analítica e Orgânica;
- Área de Biologia: Biotecnologia,
Nematologia, Histologia e Microbiologia Agrícola;
- Área de Zootecnia: Bromatologia
e Aquacultura;
- Área de Engenharia Rural: Hidráulica.
Laboratórios e equipamentos
Para o desenvolvimento das
aulas práticas, dispõe de microcomputadores
e impressoras, além de equipamentos para as aulas
ministradas com o auxilio de recursos audiovisuais,
que dinamizam as práticas didáticas e
de eventos paralelos, como a Semana Agronômica
realizada anualmente.
Acesso
a lnternet
Conta com um link de 4 Mb, via
rádio, para a realização de atividades
acadêmicas através de 8 laboratórios
para aulas práticas e acesso à Internet,
disponível nos períodos matutino, vespertino
e noturno. Os alunos podem acessar sua situação
acadêmica tanto pelo site da instituição
quanto pelos terminais disponíveis nos blocos
F, G, E.
Estágio
Como estratégia de profissionalização
e integração do processo ensino-aprendizagem,
mantém convênio com empresas privadas (Lista
Completa), órgãos públicos
e instituições como o Centro de Integração
Empresa-Escola - CIEE, Associação Brasileira
de Educação Superior - ABEAS, Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA,
Centro de Pesquisa e Treinamento em Aquacultura - CEPTA/IBAMA,
Instituto Agronômico de Campinas - IAC, Instituto
Biológico -Coordenadoria da Pesquisa Agropecuária
- Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado
de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas
- UNICAMP, Escola Superior de Agricultura "Luiz
de Queiroz" - ESALQ, Conselho regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo
- CREA, Ministério da Agricultura - MA/SDR/PROCAFÉ,
ETAE "Dr. Carolino da Mota e Silva" - Fundação
Paulo Souza/UNICAMP, entre outros.
Estágio
Supervisionado - Trabalho de conclusão de curso
O estágio supervisionado foi criado por iniciativa
de acadêmicos e professores do curso de agronomia,
com objetivo profissionalizante, oferecendo aos acadêmicos
após o 8º semestre do curso, oportunidade
de vivenciar em empresas e instituições
de pesquisa, a prática e a teoria, colocando
o futuro profissional em contato direto com o mercado
de trabalho. Ao final do estágio, o aluno deverá
desenvolver um relatório técnico ou monografia
na forma de revisão bibliográfica, dentro
das normas (ABNT) exigidas pela comissão de estágio.
Este Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve
contemplar uma revisão bibliográfica detalhada
sobre uma das atividades desenvolvidas durante o estágio
supervisionado (mínimo de 240 horas), seguida
de uma análise crítica e conclusiva, além
da indicação das prováveis soluções.
Tudo que o estagiário vivenciou durante o estágio
deve ser analisado de forma criteriosa, em que o mesmo
deverá, além de relatar sua experiência,
demonstrar o conhecimento adquirido durante a graduação.
O TCC também pode ser apresentado na forma de
um trabalho de pesquisa, desenvolvido pelo aluno durante
a graduação. O cumprimento deste estágio,
é imprescindível para a conclusão
do curso e obtenção do título de
Engenheiro Agrônomo.
A comissão de Estágio Supervisionado atual
é composta pelo coordenador da disciplina Eng.
Agr. Dr. Marco Antonio Galli e pelos membros da comissão:
Eng. Agr. Dra. Anamaria Cândido Ribeiro, Eng.
Agr. Dra. Marianna Stella Zibordi, Eng. Agr. MSc. Reymar
Coutinho de Andrade e Eng. Agr. Roberto Garanhani Barreiros.
Revista Ecossistema (ISSN 0100-4107)
A Revista Ecossistema
é o órgão oficial de divulgação
de trabalhos científicos do Curso de Engenharia
Agronômica do UNIPINHA. Foi fundada em 1976, pelo
Prof.º Dr. Sérgio Batista Alves e o Diretor
da Faculdade de Agronomia na época, Prof.º
Romildo Miranda. Tem periodicidade anual e um conselho
editorial.
Têm sido publicados trabalhos científicos
de professores do curso e pesquisadores de diversas
universidades do País e de outras instituições.
Os exemplares são encaminhados a bibliotecas
do mundo todo, e a revista é indexada internacionalmente
na base de dados “CAB-Abstracs”. Para o
exterior, são enviados em média 80 exemplares,
na forma de permuta com bibliotecas de importantes instituições
de ensino e pesquisa.
A Revista Ecossistema possui em sua organização
Editor Chefe, Editor Adjunto, Corpo Editorial (revisores),
dois assessores e um grupo de revisores “ad hoc”
(revisores escolhidos para áreas específicas).
A tiragem atualmente é de 550 exemplares.
Atualmente, Revista Ecossistema está assim constituída
em seu Corpo Editorial: EDITOR CHEFE: Eng. Arg. Dr.
Marco Antônio Galli; EDITOR ADJUNTO: Eng. Agr.
Dr. André Luis Paradela; ASSESSORES: Sr. Marcelo
José Miranda (Direção FPE/UNIPINHAL);
Eng. Agr. MSc. Celso Henrique Zuppi da Conceição
(Coord. Engenharia Agronômica); EDITOR FUNDADOR:
Eng. Agr. Dr. Sérgio Batista Alves (ESALQ / USP);
SECRETÁRIA: Ledir Alves da Silva (Biblioteca
FPE /UNIPINHAL); GRÁFICO: Sr. Antonio Carlos
(FPE / UNIPINHAL); COMPOSITOR: Eng. Agr. Dr. Marco Antônio
Galli ; REVISORES: Eng. Agr. Dr. André Luis Paradela;
Méd. Vet. Dr. Antonio Carlos Turcate Tobias;
Eng. Agr. Dr. Carlos Antônio Centurion Maciel;
Eng. Agric. Dr. Gerson Araújo de Medeiros; Eng.
Agr. MSc. Gilberto José Hussar; Eng. Agr.MSc.
José Aparecido Sartori; Eng. Agr. Dr. Marco Antônio
Galli; Eng. Agr. MSc. Maria Helena Calafiori; Eng. Agr.
Dra. Nilva Teresinha Teixeira; Bibl. Nirley Maria de
Oliveira; Eng. Arg. Dr. Vasco Luiz Altafin; Haline Conrad
Duarte . REVISORES “AD HOC”: Eng. Agr. Dr.
Amauri Siviero (IAC), Eng. Agr. Dr. Edson Furtado (UNESP),
Biól. Dr. Fernando Soares (UNIMEP), Eng. Agr.
Dra. Kátia Regina Schawn Strada (UEM), Eng. Agr.
Dr. Marcelo Canteri (UFPG), Eng. Agr. Dr. Paulo Sérgio
Bevilacqua de Albuquerque (CEPLAC), Eng. Arg. Dra. Raquel
Guini (EMBRAPA), Eng. Agr. Dr. Wagner Bettiol (EMBRAPA).
Devido ao grande número de trabalhos
recebidos internamente, e ao aumento crescente do envio
de trabalhos de outras instituições de
pesquisa, a Revista Ecossistema, passou a ter a sua
periodicidade semestral, a partir do primeiro semestre
do ano de 2000, em seu 25o Volume (referente ao ano
de 2000).
As instalações da Revista Ecossistema
estão localizadas no Bloco H (Secretaria, (revisão,
processos e arquivos), onde são cadastrados e
selecionados os trabalhos recebidos; mantidos e atualizados
o cadastros para distribuição da revista
aos autores e instituições oficiais. Existe
um estoque da coleção completa da revista,
a disposição na biblioteca central e na
Sala H-3. As atividades de permuta bibliográfica
e assinaturas, são estabelecidos diretamente
com a biblioteca central, que solicita os exemplares
e formaliza a distribuição. O envio aos
autores de trabalhos em cada volume é feito diretamente
pelo Editor. Os serviços de impressão
e encadernação da Revista Ecossistema
são realizados na gráfica da Fundação
Pinhalense de Ensino.
Comissão
Interna de Pesquisa Estágio e Extensão
(CIPEE-AGRO)
A Comissão Interna de Pesquisa e Extensão
foi criada na então Faculdade de Agronomia “Manoel
Carlos Gonçalves” em 1993, na época
com o nome de “Conselho de Pesquisa e Extensão”,
com a finalidade de organizar as atividades de pesquisa
dessa faculdade. Atualmente com a criação
da UNIPINHAL, esse conselho deu origem a Comissão
Interna de Pesquisa, Estágio e Extensão
(CIPEE-AGRO).
A CIPEE funciona como núcleo de apoio, fomento
e acompanhamento da pesquisa e possui regimento próprio,
estando a CIPEE vinculada a CPE (Coordenadoria de Pesquisa
e Extensão), que coordena todas as atividades
de pesquisa dos cursos da UNIPNHAL. São atribuições
da CIPEE-AGRO:
a) estimular, sugerir, coordenar, propor normas gerais,
utilizar as pesquisas científicas, tecnológicas
e atividades de estágio e extensão, em
conexão e harmonia com as políticas do
CREUPI e de outras entidades, dando ênfase a problemas
regionais;
b) promover a pesquisa e atividades de estágio
e extensão, propor a celebração
e renovação de convênios entre o
curso de Engenharia Agronômica e outras instituições;
c) criar e manter atualizado um banco de dados referente
à pesquisa, estágio e extensão
e convênios executados no curso de Engenharia
Agronômica;
d) examinar, opinar e solicitar, junto a C.P.E., recursos
para projetos de pesquisa, estágio e extensão,
realização e participação
de docentes em eventos técnico-científicos,
em consonância com o programa de capacitação
docente do CREUPI;
e) estabelecer critérios para participação
de professores em eventos técnico-científicos;
f) instituir sistemática de acompanhamento e
avaliação permanente da pesquisa, estágio
e extensão desenvolvidos no curso de Engenharia
Agronômica;
g) expandir as relações e parcerias locais,
nacionais e internacionais para realização
de convênios, programas de pesquisa, estágio
e extensão;
h) priorizar as ações acadêmicas
interdisciplinares que se relacionem direta ou indiretamente
com os problemas sociais básicos;
i) elaborar relatórios semestrais das atividades
desenvolvidas.
Reconhecimento
Reconhecido pelo Decreto Federal n0 71.076, de 12/09/1972. |
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